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Eu e a Poesia


 

 Ela chega sem eu pedir

Invade os meus sentidos

Destrói os meus ouvidos

Deixa-me sensível

Com vontade de escuro

De silêncio.

 

Ela me faz pulsar...

Toma a minha mente

Deixa-me tonta

Dolorida

Entorpecida

Com fonofobia...

 

Sinto vontade de subir nas paredes

Minha alma se torna frenética, insana

Sem concentração ou raciocínio

Apenas ela existe.

 

Ela chega sem eu pedir

E se instala

Ela, essa vadia,

Dona dos meus pensamentos

:Maldita!!!

- Enxaqueca, eis o seu nome.

 



Escrito por Eu e a Poesia às 10h12
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Tal bicho grilo,

Cantando a lua,

Vendo o tempo passar nu, abstrato,

Sem drogas, mas com a percepção alterada..

Há cores por todo lado

Até por dentro do armário...

Eu ausente.

Espelho,

Seria, eu, tensa, intensa?

Não sei, mas bem que a vida poderia ser mais imensa. Não? 

 

 



Escrito por Eu e a Poesia às 21h38
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Escrito por Elisbeth Vasques às 15h09
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Fraco...

Não teve tempo de pedir seu último desejo

a aranha tinha fome.

 

Lembrando Cazuza: "Olhe o mundo com a coragem do cego, entenda as palavras com a atenção do surdo, fale com a mão e com os olhos, como fazem os mudos!"

 



Escrito por Elisbeth Vasques às 15h01
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